Josyara, Fatel e mais: grandes nomes da novidade geração da arte baiana na programação do Teatro Gamboa nesta semana

CINEMA E TEATRO CULTURA

O espetáculo “Rapaz viada ou de porquê me disseram que eu era gay”, solo de Vinicius Bustani, também responsável do texto, com direção e dramaturgia de Paula Lice, volta para curta temporada em 2026 no Teatro Gamboa, com apresentações que acontecem nesta quarta-feira (21) e nos dias 28 de janeiro e 04 de fevereiro, sempre às 19h. Na geração do texto, Vinicius partiu de experiências pessoais para falar de um tema generalidade que é a LGBTfobia vivida por crianças e adolescentes. R$25/R$50 para observar presencialmenteR$40 para observar pela plataforma virtual do Teatro Gamboa.

Na quinta-feira (22), às 19h, um dos mais celebrados artistas da novidade geração da música baiana assume a programação do Gamboa. Fatel apresenta um show com canções autorais, inéditas e já lançadas, além de releituras de canções compostas por artistas que lhe inspiram. A proposta do show é produzir uma atmosfera imersiva que provoque uma experiência de fruição entre o público e o músico. R$25/R$50 para observar presencialmenteR$40 para observar pela plataforma virtual do Teatro Gamboa.

No final de semana, outro nome de destaque da novidade cena da música baiana, a cantora e compositora Josyara faz temporada de sexta (23) a domingo (25) no Gamboa — no sábado haverá duas sessões. A artista apresenta o show “AVIA Acústica” em formato voz e violão, com as canções do disco AVIA, lançado em 2025, além das músicas de toda a sua curso, presentes em discos porquê ÀdeusdarÁ (2022) e Mansa Fúria (2018). Os shows contarão com convidados surpresas na sexta, às 19h, sábado, com shows às 17h e às 19h, e domingo, às 17h. R$25/R$50 para observar presencialmente, R$40 para observar pela plataforma virtual do Teatro Gamboa, na sexta-feirasábado ou domingo.

Na segunda-feira (26), acontece a Oficina de Percussão (Ritmo Samba de Roda e Terreiro) promovida pelo projeto “Diálogo de Corpos Ancestrais”. A atividade propõe o estágio dos fundamentos rítmicos e das técnicas tradicionais do samba, a partir de uma abordagem prática, coletiva e conseguível. Ela será conduzida por Márcia Andrade, com valor de R$40, entre 18h e 20h30. Inscrições através do [email protected].  

Antes de cada apresentação acontece o CineGamboa, com a exibição do vídeo da campanha “Fica Gamboa”. Em seguida cada espetáculo, o público tem um momento de interação com os artistas no PapoGamboa.

Exposição – “O Que Há no Profundeza” é uma exposição de  Lila Cairo que segue em papeleta até março e propõe um gesto político: trazer o sofrimento psicológico a um lugar de humanidade. Através de desenhos em nanquim, pinturas em técnicas mistas, esculturas e poemas, a artista convida o público a refletir sobre a experiência complexa de estar no mundo enquanto ser sensível.

Campanha Fica Gamboa – Uma campanha pode ajudar na manutenção de um dos equipamentos culturais mais importantes de Salvador. A morada onde funciona o Teatro Gamboa, que há 51 anos é palco de artistas consagrados e iniciantes na cena artística da cidade, foi posta à venda, com a prioridade da compra para a Associação Teatro Gamboa, uma organização sem fins lucrativos, composta exclusivamente por artistas, produtores culturais e técnicos, que gerencia o espaço.

As doações podem ser feitas através do link https://www.catarse.me/ficagamboa. O objetivo é receptar R$500 milénio para a compra do imóvel e para realizar reformas. O Gamboa oferece taxa gratuita para artistas, pedestal técnico, assessoria de prelo, geração gráfica e o totalidade da bilheteria revertida para as produções, iniciativa provável porque desde 2009 recebe o pedestal da Secretaria de Cultura do Estado, através do Edital de Espeque a Ações Continuadas de Instituições Culturais, suporte fundamental para a permanência das atividades do teatro a partir do investimento em sua manutenção, estrutura física e equipe técnica.

Em 2025 o Teatro Gamboa completa 51 anos e, desde o início das suas atividades, é reconhecido por ser um espaço democrático que investe tanto em artistas renomados quanto em novos nomes da cena cultural do estado. Foi o primeiro palco de cantoras que, mais tarde, se tornaram nacionalmente conhecidas, porquê Zizi Possi e Luedji Luna.