Angélica revelou um hábito que passou a fazer parte da rotina de sua família e se tornou indispensável para fortalecer a convivência dentro de casa. Casada com Luciano Huck, a apresentadora contou que o casal estabeleceu uma regra para reunir os três filhos, Joaquim, Benício e Eva, em torno da mesa de jantar durante a semana, sem a interferência de celulares ou outros aparelhos eletrônicos.
A decisão surgiu diante da dificuldade de conciliar os horários de trabalho, estudos e atividades dos integrantes da família. Em entrevista, Angélica explicou que, apesar de todos viverem na mesma casa, a rotina agitada dificultava os encontros durante as refeições.
“De um tempo para cá, com a vida muito louca, trabalhando muito, as crianças cada uma tem um horário de almoço e de atividades, a gente nunca conseguia, durante a semana, sentar à mesa para jantar junto”, relatou.
Para mudar esse cenário, ela e Luciano decidiram transformar o jantar em um compromisso familiar. Segundo a apresentadora, a iniciativa trouxe resultados na relação entre pais e filhos. “A gente estipulou que agora isso vai acontecer. E quando a gente determinou, a coisa começou a acontecer”, contou.
Angélica também observou que o momento à mesa passou a favorecer conversas mais espontâneas, inclusive com os filhos adolescentes, que nem sempre demonstram disposição para falar sobre o cotidiano. “Estar na mesa só a gente, o núcleo [familiar], mudou a nossa relação. A gente sente isso na pele e na prática”, afirmou. “Com filho adolescente, é difícil falar, mas ali na mesa fala, se abre”, acrescentou.
Para preservar a qualidade desses encontros, a família estabeleceu outra condição: os celulares ficam proibidos durante o jantar. A proposta é reservar aquele período exclusivamente para a convivência. “Não pode celular, proibidíssimo. É um tempo de qualidade que a gente escolheu. Todo mundo está abrindo mão de alguma coisa para estar ali”, explicou.
De acordo com Angélica, os filhos demonstraram resistência no início, mas acabaram incorporando o hábito à rotina. “No começo, teve um ‘ah, que saco’. Agora, eles querem porque sentiram o quanto é gostoso a gente estar nesse tempo de qualidade”, revelou. A experiência transformou o jantar em um momento fixo de encontro e diálogo entre os cinco integrantes da família.

