Aos 103 anos, moradora da Barra sobe escadas sozinha, toma Coca-Cola diariamente e quer aprender violão

Aos 103 anos, moradora da Barra sobe escadas sozinha, toma Coca-Cola diariamente e quer aprender violão

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Quem encontra Floripes Malheiros Garrido dificilmente imagina sua idade. Aos 103 anos, a moradora da Barra mantém uma rotina ativa, sobe e desce sozinha os 18 degraus do prédio onde vive e faz questão de aproveitar a vida sem abrir mão de vaidade, passeios e boa comida.

Dona Flor, como é conhecida, diz não se sentir velha. “Me sinto como se tivesse 40, 50 anos”, afirma. Entre seus hábitos preferidos estão tomar Coca-Cola diariamente, comer acarajé, moqueca, feijoada e sair para passear pela cidade.

Vaidosa, ela não abre mão de maquiagem, brincos grandes e vestidos novos para sair de casa. Também gosta de praia, dança, música e agora quer aprender a tocar violão.

Aos 103 anos, moradora da Barra sobe escadas sozinha, toma Coca-Cola diariamente e quer aprender violão

A rotina inclui visitas ao Shopping Barra, passeios no Clube Espanhol e apresentações nos Encontros da Cultura, evento realizado na Associação Baiana de Medicina.

Segundo o filho caçula, o psicoterapeuta Vitor Garrido, dona Flor desafia estereótipos ligados ao envelhecimento. “Ela é uma idosa disruptiva, dá um tapa no etarismo”, resume.

De acordo com o último Censo do IBGE, a Bahia possui mais de 5 mil pessoas com mais de 100 anos. Em Salvador, são 516 centenários.

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